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Conscientes da orfandade de representação a que foram submetidos os colegas da caixa que optaram, no exercício legítimo de seus direitos, em permanecer nos planos de aposentadoria REG e REPLAN, e por deliberarem pelo não saldamento dos mesmos, sete empregados da caixa lotados em Porto Alegre decidiram criar uma entidade de classe nacional com o único objetivo: defender aqueles que eram denominados como a "massa velha da empresa". Assim, em sete de fevereiro de 2007 nasce a ANBERR, um rebento guaxo que sabe que entidade de classe só possui uma finalidade e razão de existir: proteger aos seus da melhor forma possível em todas as circunstâncias e instâncias que se fizerem necessárias.

 

A ANBERR é apartidária, e o é porque entende que o aparelhamento de uma entidade de classe acaba por descaracterizar sua finalidade precípua e determinante e, por extensão, liquidar com toda e qualquer entidade organizada. A ANBERR é independente, por defender o caro princípio de que liberdade de pensar e agir requer autonomia, livre de preconceitos, posições já anteriormente preestabelecidas por terceiros, terceiros que não raro visam outros interesses estranhos aos direitos dos associados. Entidade de classe não é aparelho partidário, independentemente de que partido estiver em consideração. Apartidária sim e sempre, apolítica jamais, pela singela razão de que a ANBERR escolheu um lado, qual seja, o lado dos trabalhadores da caixa pertencentes ao REG e REPLAN, e mais, dos trabalhadores em geral.

 

Defender os direitos de seus associados é a única finalidade e razão de existir da ANBERR, e neste princípio estão descartados todo e qualquer projeto egoístico de interesse pessoal e todo e qualquer projeto de poder partidário. Não se trata aqui de desmerecer a importância da política, trata-se sim de se escolher no lugar da politicagem, a boa política caracterizada pelos valores da honestidade, empatia, solidariedade e , acima de tudo, democracia, esta que se traduz pelo respeito às opiniões divergentes legítimas inseridas em uma sociedade multifacetada e complexa.

 

Em nossas sociedades não há mais qualquer espaço para a pretensão megalomaníaca e esquizofrênica de que meia dúzia de iluminados , detentores da verdade absoluta, guiarão a massa ignara e, por conseguinte, incapaz, ao caminho certo que conduzirá ao paraíso.

 

Conquistas e manutenção de direitos são construídos na materialidade de cada quotidiano e requerem, necessariamente, a participação ativa de todos os sujeitos históricos envolvidos. Não há qualquer avanço possível sem o entendimento que a participação, o engajamento e a contribuição de cada um e de todos, é fundamental. Cada um contribuindo com a sua experiência e conhecimento para auxiliar a outrem e a toda coletividade associativa, e esta, por sua vez, protegendo e amparando com toda a sua força, disposição e estrutura a cada associado singular. O mote não é novo e nem original porque trata-se do velho ditado: "um por todos e todos por um".

 

O maior desafio de uma entidade de classe não é a falta de recursos financeiros, como também não é a ausência de aliados e, por consequência, força política, mas sim entender qual é a sua verdadeira finalidade e os princípios que a nortearão e, por extensão, quais os valores que devem ser respeitados e, até mesmo, se for o caso, resgatados.

 

O valor máximo da ANBERR é cada um de seus associados, trabalhadores que almejam uma existência digna para si mesmos e seus familiares. Esta é a tarefa a ser cumprida por sua diretoria, seus assessores e seus verdadeiros únicos donos, seus associados.

 

Abraço,

Evandro Luiz Agnoletto

Presidente da ANBERR

 
 
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